"Dudamel" disse: Valeu Larvitar. Mas as explicações que vi até agora indicam que a elevação considerável de clock com o turboboost só se dá quando nem todos os núcleos são usados na aplicação, ou seja, ele dá um overclock automático maior apenas quando um núcleo é utilizado. deste modo, em uma atividade de renderização - em que sempre se usam todos os núcleos - o turboboost não entraria em ação, né? abrçSim, esse é um ponto. Como mexo muito com overclock, acabo considerando o Turbo Boost apenas como um recurso para aumentar o multiplicador no primeiro core, tanto que deixei esse detalhe escapar. Ele aumenta a frequencia do core nº 1 apenas, para não aumentar muito o consumo/temperatura do processador. Esse recurso visa principalmente aplicações não otimizadas para multi-cores. Um exemplo prático seria o renderizador Scanline, que por padrão só usa um núcleo, desativando um, dois ou até três núcleos restantes para manter o consumo em um padrão normal. É como se o i7 se transformasse no tipo de CPU que a aplicação mais se dá bem. Seja single, dual, ou triple core. No VRay esse recurso não é utilizado, pois ele por padrão já aproveita todos os cores. Em todo caso, o ideal é fazer um leve overclock, que já aumenta a frequência em todos os núcleos, e com a ajuda necessária, não é nada difícil. Abraços!
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