Oi gente, tudo bem?
A parte básica do Realflow é bem simples, interações normais entre líquidos e objetos, importar e exportar meshes, texturas e partículas não tem muito segredo, é tudo pelo Export Central, e do max para o Real Flow é usando o Scene Data Saver no menu Utilities.
Dependendo o que for importar do Real Flow no Max, se é partículas ou Mesh, você usa um objeto diferente entre os que aparecem no menu Creat, um é para partículas, o outro é para Mesh, o outro é para o RealWave, depende o que vai importar, você escolher o objeto certo e escolhe os arquivos que o Real Flow gera na pasta do projeto.
As texturas são usadas na composição do Material, eu li numa das mensagem sobre não conseguir usar as texturas, basta criar um material Blend, contendo o material molhado e o seco, depois usa a sequencia de imagens TGA do wet map para fazer a mesclagem do seco com o molhado, é uma questão do max, não do Real Flow, ele só gera as imagens para poder fazer isso em qualquer soft.
Agora, os recursos mais avançados do Real Flow depende da base que a pessoa tem, quem conhece os recursos do Reactor no Max se vira bem com os recursos de Dynamics do Real Flow, porque é um Mini Reactor que está lá dentro.
E os recursos de Daemons, muitos são parecidos com os recursos de Space Warps e Forces do 3ds max, usados com partículas non-driven e com o Particle Flow.
Quem tem experiência com o sistema de partículas convencional do 3ds max se entende bem com as partículas no Real Flow, porque lá também é non-driven, você controla as partículas com "forças".
Sobre o Glu3D, é uma versão do RealFlow para trabalhar dentro do Max, foi feito por um pessoal que saiu da NextLimit, não chega aos pés do Real Flow e tem muitos bugs.
Sobre máquina, é pesado mesmo o cálculo de partículas volumétricas assim, pode levar horas para fazer uma simulação realista num PC comum, ainda mais com apenas 512 MB de RAM, porque exige muitas partículas.
Abraços