"Fla3DMadness" disse: Tudisco, o negócio de imagens HDR não é tanto a profundidade de cor, mas o alcance dinâmico. Uma imagem tanto de 8, 16 ou 32-bit podem representar bem as cores se ficarem entre o preto e branco, valores de 0 a 1 ou 0 a 255 no caso das 8-bit. Porém o HDR se usar valores reais de pixels, vai além do 0 e 1 e por isso consegue representar a intensidade real de um pixel, como no caso de uma foto de uma parede branca com uma lampada em cima. A principio tanto o branco como a lampada vão aparecer em uma imagem sem pixels reais com valor 1 ou 255, ou seja, branco puro. Mas na vida real, a lampada vai ter uma intensidade bem maior do que a parede, embora os dois aparentemente sejam brancos, aí a vantagem de usar uma imagem HDR com pixels reais, pq ela vai gravar que a parede pode ter um valor real de 2 por exemplo e a lampada 20. Tanto que para termos uma imagem HDR precisamos bater diversas fotos variando a exposição para atingirmos todo o alcance dinâmico existente. E ja que vc está fazendo pós, eu também estou fazendo mestrado em design, não sei se vc ja conhece mas recomendo os artigos do Paul Debevec, ele é praticamente o pai do HDR. Vc pode pegar todos os papers dele no próprio site do Paul: http://www.debevec.org/ Esse por exemplo é de 1997 e é praticamente o começo do HDRI: http://www.debevec.org/Research/HDR/É isso que eu estava falando, o monitor só consegue mostrar as cores RGB mas para o render as cores vão muito além de RGB, por isso o mental ray trabalha com real pixels (0 a 1) em vez de RGB.
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