"PedroDINIZ" disse: olha soh, eu so completamente iniciante em 3d max mas todo mundo q coheço q mexe com 3d, essa galera começa com 3d max pra ter uma noção e depois muda pro xsi, e depois q mudam pro xsi eles soh falam "Não é permitido o uso de palavras de baixo calão aqui no fórum" de 3d max é o q ouço, ñ precisam fica bravos comigo ouço muito isso começam com 3d max pra ter noção e depois mudam pra xsi é o q vo fazer estarei começando o curso de voyage na melies agora dia 20 de agosto e la parece q tem xsi e 3d max, mas todo mundo q fez esse curso prefere xsi é isso aiOlha só, esse lance de primeiro eu vou estudar o max para ai migrar pro xsi ou pro maya..., isso é besteira, é o mesmo que vc dizer primeiro vou estudar o corel photo paint pra depois ir pro photoshop, isso é uma bobagem. Se vc acha que o xsi é melhor, então não perde tempo estudando o max, estuda direto o xsi. 3D é 3D, mas um software não tem absolutamente nada a haver com o outro, portanto não vejo lógica em querer estudar um primeiro já pensando em migrar para o outro. Pq até vc chegar a um nível de conhecimento razoável em um software novo, vc vai gastar muito tempo. A uns 2 anos atrás, eu fui trabalhar em uma produtora onde o meu chefe trabalhava com lightwave, respeito muito as novas versões do LW, mas sinceramente é um software que pessoalmente não me agrada... E o meu argumento para ele foi exatamente esse... até eu me tornar rentável no LW como sou no max, eu iria perder muito tempo portanto não valia a pena, resultado... ele acabou concordando e implantamos o max na empresa... Hoje não estou mais nessa empresa... e vejo que a melhor coisa que fiz foi ter tomado essa decisão de não ter migrado. Pois nesses últimos 2 anos consegui me aprofundar muito mais no max... se tivesse ido para o LW talvez agora eu estaria nele com o nível que tinha no max quando entrei naquela empresa. Hawf, quanto ao que vc disse, concordo plenamente... os grandes estudios setorizão tudo... mas até se chegar ao nível de entrar em um estúdio desses tem que se perseguir uma grande jornada. Ainda almejo isso para minha carreira, mas até o momento o mercado não me possibilitou guiar meus conhecimentos apenas para uma área. Pelo contrário, cada vez mais tenho que abrir o leque, caso contrario eu fico fora do mercado. Eu vejo o mercado publicitário do Brasil (falo em publicidade pq cinema no Brasil ainda é sonho para alguns poucos aventureiros) como algo extremamente exigente e explorador, pois querem muito de vc sem te dar quase nada em troca. Por isso dessa necessidade de polivalência nos profissionais. *. Falo em primeira pessoa, por isso ser uma experiência minha, mas creio que eu não seja exceção nessa realidade.
"tiagodmed" disse: Bom pra não desmerecer totalmente o cinema brasileiro, o filme O Coronel e o Lobisomem teve uma ótima cena feita em 3d. Fora isso, não tem como fazer... os custo de uma produção assim é muito alto. É só vcs pensarem, Olga, que foi um filme com um custo relativamente alto, teve um orçamento de 8 milhões. Agora pensem, 8 milhões é o custo do filme mais bagaceiro produzido em holliwood, acho que lá, filme pornô tem orçamento melhor que esse. A diferênça é que lá existem grandes estúdios com suporte financeiro pra bancar esse tipo de produção. Aqui no Brasil dependemos quase que 100% da LIC (Lei de Incentivo a Cultura) onde tem que se fazer um projeto, que sendo aprovado, vc consegue o dinheiro para produzir um filme, mas a coisa não é tão simples assim, pois o encarregado do projeto tb é encarregado pela captação do dinheiro, ou seja ele tem que encontrar empresas que estejam dispostas e ceder esse dinheiro, ou melhor deduzir do seu imposto de renda. A situação dos EUA é diferente pq durante a primeira e a segunda guerra o governo incentivou muito a produção cinematográfica para estimular o patriotismo americano e assim conseguir mais soldados. Tanto é que se vcs prestarem atenção, até os desenhos animados mais antigos como Perna-longa, tem episódios onde eles se alistam no exercito. Essa campanha foi tão grande que até hoje chega a dar nojo o patriotismo que eles tentam vender nos filmes. Atualmente o resultado dessa campanha é que não é mais necessário se fazer captação de recursos para se fazer um filme lá, os estúdios se tornaram auto-suficientes. No Brasil nos já tivemos estúdios que chegaram a ser auto-suficientes, como a extinta Atlântida filmes, embora os recursos tb eram modestos pois isso foi nas décadas de 40 e 50. Infelizmente a ditadura militar faliu com essas empresas, e agora temos um longo chão pela frente para conseguir atingir um patamar descente na produção cinematográfica. Até lá o que temos é o mercado publicitário, é onde podemos "estravazar", dentro do orçamento é claro, a nossa ância criativa.ahuahuaha, quase sobrou pra mim fazer esse lobisomem, a twister, aqui no Rio de janeiro ia pegar os efeitos desse filme mas acabou que eles pegaram um longa de animação pra fazer dai não teve como produzir então abriu mão, até onde sei. Na época eu tava lá, era gerente da area de efeitos de lá, gerente que fazia...hehehee abraços
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