A Maxon lançou o Redshift 3.5 e os Plug-ins de conexão para vários Softs 3D, a principal novidade é a renderização por CPU, já que ele foi feito para GPU, também ganhou material universal, melhorou o Roughness e Thin-Film.
Veja abaixo o vídeo mostrando as novidades do Redshift 3.5.
O Redshift é um renderizador desenvolvido exclusivamente para trabalhar através da placa de vídeo (GPU), lançado em 2014, ele passou logo a ser usado em produção de vídeo e Motion Graphics graças a sua velocidade, certamente foi o Render mais veloz que eu já usei no 3ds max.
Agora, ele faz o caminho inverso dos demais renderizadores e lança um módulo que trabalha através do processador do computador (CPU), segundo a Maxon, o objetivo é permitir que os usuários possam utilizar o Redshift em RenderFarms comerciais e nos privados mantidos por grandes empresas de VFX.
Outra grande vantagem é a possibilidade de renderizar de forma híbrida, empregando a CPU e a GPU ao mesmo tempo para aumentar ainda mais a velocidade, chamado de modo XPU, porém, eles afirmam que este é apenas o primeiro passo e ainda tem espaço para otimizar bastante o modo CPU e o XPU, pois por enquanto é mais veloz usar somente a GPU.
Entre as demais novidades estão o Standard Material, ele é baseado no Standard Surface do Arnold e torna o Redshift mais compatível com outros renderizadores e programas 3D como 3ds max e Octane, também adicionaram o sistema BRDF no Roughness e Thin-Film.
O Redshift RT, um módulo de renderização próximo do Real-Time, recebeu suporte para Depth of Field (DOF), Triplanar Projection, Multi-scatter SSS e Particle Primitives.
Além dos Plug-ins de conexão para diversos programas 3D, incluindo o 3ds max, também lançaram integrações para o ArchiCAD e Vectorworks.
Você pode ter mais informações sobre o Redshift clicando aqui.